Do outro lado do oceano, uma homenagem que atravessa fronteiras


 


Ana Beatriz vive em Lisboa há três anos. Saiu do Brasil para fazer um mestrado em arquitetura e acabou ficando — a vida em Portugal a conquistou. Mas, naquele início de manhã cinzento, mensagens de amigos Brasileiros quebrou a rotina tranquila dos cafés na esquina e dos bondes apressados. Seu amigo Pedro, figura querida desde sua infância em Brasília, havia partido.

O choque deu lugar à urgência de prestar uma homenagem à altura. A impossibilidade de estar presente no velório a angustiava, mas ela sabia que podia fazer algo simbólico, que carregasse seu carinho e respeito: o gesto de enviar flores.

Começou a procurar por floriculturas em Brasília. Encontrou várias, mas foi a Fina Flor que a fez parar. Não apenas pelas imagens belíssimas dos arranjos — mas pela delicadeza com que a empresa tratava cada despedida. Frases como “flores que abraçam” e “homenagens que tocam” pareciam conversar diretamente com o que ela sentia.

Entrou em contato pelo WhatsApp. Foi atendida com gentileza e empatia. Em poucos minutos, escolheram juntas um arranjo em tons suaves, com lírios e rosas brancas, um toque de azul — a cor preferida de seu querido amigo. O arranjo foi entregue junto com a mensagem que ela pediu. A entrega foi garantida para a cerimônia, no mesmo dia. Ana recebeu uma foto do arranjo e depois recebeu a confirmação da entrega na capela.

Do outro lado do oceano, Ana sentiu-se em paz. Sabia que, mesmo distante, sua presença havia sido sentida.

Fina Flor. Porque até a saudade merece flores.

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